Náusea, do amor de ser, de amar de não ter o que fazer de não ter o que falar Náusea, do odor de rir e de chorar de não ter como correr de não ter como parar
Minha poesia é o meu canto de socorro Mas é como se fosse um canto dentro de uma lata que retorna aos meus ouvidos É um canto calado sem voz sem cor que atravessa os aparelhos auditivos como se não cantasse Mesmo assim continuo a pedir ajuda cantando socorro como as pessoas que se afogam no mar.