
Náusea, do amor
de ser, de amar
de não ter o que fazer
de não ter o que falar
Náusea, do odor
de rir e de chorar
de não ter como correr
de não ter como parar
(João Diniz)
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Entre o portão e a porta

Tudo que tenho a lhe oferecer 
De frente para o lago 


Queria que me tratassem como um vira-lata sarnento,
Ouço o barulho de tiros,
Quando você dorme, tudo dorme
Doce mistério feroz.
O mar e as montanhas se encontram
Viagei no seio das flores

